segunda-feira, 9 de julho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
Exercício 6.3 - Base e Terreno - Curvas de Nível
A elaboração das curvas de nível que caracterizam o terreno onde está localizada a edificação da Fundação Iberê Camargo nos foi proposta em papelão. O corte para o encaixe dos volumes do café e da edificação em si serão realizados posteriormente, com o uso das edificações prontas, em smith, para delimitar suas áreas, visando um encaixe mais preciso delas na maquete.
| Visão superior |
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Exercício 6.5 - Volume Com Braços - Protótipo
Dando continuidade à elaboração da maquete que será o trabalho final, realizamos um protótipo da edificação principal da Fundação Iberê Camargo visando compreender melhor os cortes e encaixes dos volumes. O material escolhido foi o hurley, por ser mais fácil de manusear. Apesar disso, porém, dificuldades na precisão dos cortes e, consequentemente, nos encaixes posteriores foram encontradas. Como este foi um teste, as imprecisões poderão, ainda, ser corrigidas ao longo da feitura em smith.
sábado, 12 de maio de 2012
Exercício 6.2 - Estudo Volumétrico - Espuma Floral
Visando compreender melhor o volume externo da edificação projetada por Siza, nos foi proposto que a moldássemos em espuma floral. A maior dificuldade encontrada foi no momento em que os braços da Fundação são esculpidos, uma vez que a espuma floral é um material extremamente frágil.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Exercício 5 - Sistemas Construtivos
Para complementar o Exercício 5, devíamos utilizar a estrutura anterior e realizar alterações como adições e subtrações de módulos e vigas e fechamentos nos mais variados materiais. Resolvi utilizar a estrutura inicial e adicionar mais dois módulos: um na parte frontal da maquete, no centro; outro na frente da parte superior central. O croqui abaixo ilustra de maneira mais eficaz a disposição da maquete:
Utilizei para os fechamentos madeira balsa, pluma e caixas de cd, como nos foi sugerido na aula.
| Na parte da frente, três fechamentos em cd e um arco em madeira balsa |
Na lateral, palitos de picolé colados e cortados, cd e uma estrutura com pluma e palitos de dente foram utilizados.
| Detalhe do fechamento com pluma e palito de dente |
| Visão da lateral da maquete, que é igual dos dois lados |
| Visão superior dos fechamentos |
| Detalhe da parte interna |
| Detalhe da parte interna |
| Detalhe da parte interna |
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Exercício 6.1 - Visita à Fundação Iberê Camargo
No dia 4 de Maio de 2012, as duas turmas da cadeira de Maquetes I da Universidade Federal do Rio Grande do Sul fizeram uma visita à edificação onde está instalada a Fundação Iberê Camargo, cujo autor é o arquiteto português (vencedor do prêmio Pritzker em 1992) Álvaro Siza Vieira. O primeiro projeto de Siza na América do Sul surgiu como uma iniciativa de Maria Camargo para conservar e, também, divulgar a obra de seu falecido esposo.
Ao longo da visita, é facilmente observável que o arquiteto foi minucioso em seu projeto, planejando desde as aberturas nas paredes (algumas para que o ar condicionado - elemento essencial na manutenção da temperatura ambiente, indispensável para a preservação das obras de arte - cumprisse seu papel sem ficar exposto, o que prejudicaria a estética do espaço interno) até todo mobiliário que há no prédio, que possui sua assinatura.
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| Sinalização feita pelo arquiteto |
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| Cadeiras Álvaro Siza |
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| Abertura para ar condicionado |
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| Abertura para iluminação |
No andar superior, parte da iluminaçãoprevista se daria através de uma lacuna por onde luz natural entraria,diminuindo, assim, parte do gasto de energia do prédio. Este foi um assunto delicadodurante a elaboração do projeto, uma vez que a luz solar, ao longo do tempo,acabaria por alterar a coloração original das obras que ficam expostas. A iluminaçãozenital natural do andar superior teve de ser substituída por lâmpadasartificiais, como ocorre em todos os outros andares; e, em todas as janelas da edificação,foram colocados filtros especiais, que impedem que alguns raios incidam para ointerior.
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| Iluminação difusa em todos os andares |
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| Iluminação artificial (Foto: Bruna Brilmann) |
Por isso, há poucas janelas no prédio. Posicionadas estrategicamente, servem como molduras para mostrar a vista em alguns pontos, transformando-a, assim, em uma série de "quadros naturais".
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| Janela circular no teto para iluminar o corredor em um dos braços |
Um problema que está sendo enfrentado pela edificação no que diz respeito às janelas é o fato de que algumas delas estão rachando. O filtro que elas possuem acaba por ficar danificado, também, e telas temporárias têm de ser colocadas a fim de reduzir a incidência solar enquanto o vidro não é substituído.
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| Tela sobre vidro rachado (Foto: Bruna Brilmann) |
Ao se realizar uma análise externa, fica claro que a composição do volume da edificação se deu através de um prisma que sofreu inúmeras subtrações até obter a série de cheios e vazios que compõem seus braços. Além disso, o encontro de linhas ortogonais ocorre, em alguns locais, através de curvas, trazendo um aspecto harmônico à obra. O alinhamento das poucas janelas e das bordas do concreto demonstram, mais uma vez, o detalhamento construtivo:
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| Tensão os braços |
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| Encontro e alinhamento de janelas |
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| Volumetria da edificação: braços exibem tensões a partir de subtrações |
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Exercício 5 - Sistemas Construtivos
O Exercício 5, que nos foi proposto na última aula de Maquetes, tinha como objetivo fazer com que aprimorássemos nossas habilidades de corte. Para isso, tínhamos que fazer uma série de pilares e vigas que, após serem colados da maneira correta, formariam a estrutura apresentada abaixo. Dezessete vigas I e doze pilares I (85mmX10mm) foram necessários, assim como doze vigas C (85mmX15mm, havendo um meio corte a cada 5mm de largura para que fosse possível realizar vincos e obter a forma desejada). Em alguns momentos da elaboração do exercício a dificuldade para manter a medida exata desejada foi encontrada, o que, consequentemente, trouxe obstáculos para a etapa final de colagem.
sábado, 21 de abril de 2012
Exercício 4 - Ajustes
Realizei alguns ajustes no croqui, para que ele e a sua representação em maquete se tornassem coerentes. Adicionei a textura na parede que não existia anteriormente no desenho, além de corrigir a incidência de luz (tendo como base a elaboração da maquete). Um ajuste no tamanho do pé direito do andar superior também foi necessário para corrigir a proporção do desenho.
Exercício 4 - Corte x Croqui
Achei que seria interessante postar a elaboração da caixa e o croqui, lado a lado, para que uma comparação mais eficiente possa ser feita. Uma primeira divergência entre os dois é facilmente identificável, uma vez que inseri um elemento não previsto no desenho ao elaborar a caixa (a textura na parede ao fundo). Além disso, A incidência de luz através do corte na divisão entre os dois pavimentos se dá de maneira distinta que a prevista (ao invés de espalhar-se, incide perfeitamente alinhada com a abertura).
Exercício 4 - Corte
Para continuar com o exercício, tínhamos que escolher um dos croquis feitos anteriormente e elaborá-lo. Escolhi meu quarto desenho, que consiste em um ambiente horizontal e com aberturas superiores. Na divisão entre os dois andares, há uma abertura retangular, que faz com que a luz possa incidir no andar inferior de maneira canalizada. Explorei, também, o efeito de uma textura na parede, que permite uma iluminação natural em uma das paredes próximas à escada.
Primeiramente, tentei me manter fiel ao croqui (apesar de ter inserido um elemento não previsto no croqui, a textura na parede do fundo), e fiz uma grande abertura na parte superior, possibilitando a incidência de luz no andar superior de forma quase completa, além de, através da abertura da escada, iluminar um pedaço do andar inferior. A pequena abertura retangular ilumina diretamente o objeto colocado no andar térreo (no caso, a árvore):
| Visão superior |
| Corte lateral |
Depois, resolvi explorar a abertura superior de forma que houvessem apenas duas aberturas. Uma perfeitamente acima do corte que há entre os dois andares (responsável pela iluminação do objeto colocado no andar inferior) e uma sobre a textura na parede, que fez com que a textura na parede se sobressaísse apenas no lado esquerdo:
| Visão superior |
| Corte lateral |
Por fim, explorei um corte intermediário, por assim dizer: as aberturas superiores sobre os cômodos localizados nos extremos foram fechadas, de maneira que apenas o ambiente central do andar de cima recebe luz por inteiro. A abertura da escada cumpre o mesmo papel que anteriormente, iluminando uma parte do andar térreo, e a abertura sobre o objeto segue responsável por iluminá-lo:
| Visão superior |
| Corte lateral |
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