O Exercício 5, que nos foi proposto na última aula de Maquetes, tinha como objetivo fazer com que aprimorássemos nossas habilidades de corte. Para isso, tínhamos que fazer uma série de pilares e vigas que, após serem colados da maneira correta, formariam a estrutura apresentada abaixo. Dezessete vigas I e doze pilares I (85mmX10mm) foram necessários, assim como doze vigas C (85mmX15mm, havendo um meio corte a cada 5mm de largura para que fosse possível realizar vincos e obter a forma desejada). Em alguns momentos da elaboração do exercício a dificuldade para manter a medida exata desejada foi encontrada, o que, consequentemente, trouxe obstáculos para a etapa final de colagem.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
Exercício 4 - Ajustes
Realizei alguns ajustes no croqui, para que ele e a sua representação em maquete se tornassem coerentes. Adicionei a textura na parede que não existia anteriormente no desenho, além de corrigir a incidência de luz (tendo como base a elaboração da maquete). Um ajuste no tamanho do pé direito do andar superior também foi necessário para corrigir a proporção do desenho.
Exercício 4 - Corte x Croqui
Achei que seria interessante postar a elaboração da caixa e o croqui, lado a lado, para que uma comparação mais eficiente possa ser feita. Uma primeira divergência entre os dois é facilmente identificável, uma vez que inseri um elemento não previsto no desenho ao elaborar a caixa (a textura na parede ao fundo). Além disso, A incidência de luz através do corte na divisão entre os dois pavimentos se dá de maneira distinta que a prevista (ao invés de espalhar-se, incide perfeitamente alinhada com a abertura).
Exercício 4 - Corte
Para continuar com o exercício, tínhamos que escolher um dos croquis feitos anteriormente e elaborá-lo. Escolhi meu quarto desenho, que consiste em um ambiente horizontal e com aberturas superiores. Na divisão entre os dois andares, há uma abertura retangular, que faz com que a luz possa incidir no andar inferior de maneira canalizada. Explorei, também, o efeito de uma textura na parede, que permite uma iluminação natural em uma das paredes próximas à escada.
Primeiramente, tentei me manter fiel ao croqui (apesar de ter inserido um elemento não previsto no croqui, a textura na parede do fundo), e fiz uma grande abertura na parte superior, possibilitando a incidência de luz no andar superior de forma quase completa, além de, através da abertura da escada, iluminar um pedaço do andar inferior. A pequena abertura retangular ilumina diretamente o objeto colocado no andar térreo (no caso, a árvore):
| Visão superior |
| Corte lateral |
Depois, resolvi explorar a abertura superior de forma que houvessem apenas duas aberturas. Uma perfeitamente acima do corte que há entre os dois andares (responsável pela iluminação do objeto colocado no andar inferior) e uma sobre a textura na parede, que fez com que a textura na parede se sobressaísse apenas no lado esquerdo:
| Visão superior |
| Corte lateral |
Por fim, explorei um corte intermediário, por assim dizer: as aberturas superiores sobre os cômodos localizados nos extremos foram fechadas, de maneira que apenas o ambiente central do andar de cima recebe luz por inteiro. A abertura da escada cumpre o mesmo papel que anteriormente, iluminando uma parte do andar térreo, e a abertura sobre o objeto segue responsável por iluminá-lo:
| Visão superior |
| Corte lateral |
domingo, 15 de abril de 2012
Exercício 4 - Croquis
Para dar continuidade ao exercício de exploração da incidência de luminosidade, tínhamos que fazer oito croquis de ambientes (quatro horizontais e quatro verticais) com aberturas diferenciadas (agora utilizando outros elementos como escadas) e representar as sombras que imaginávamos que se formariam.
Croquis na horizontal:
O primeiro croqui (canto esquerdo superior) apresenta dois andares, uma entrada recuada e uma escada com um aparador na metade. O segundo (canto direito superior) possui dois andares, uma escada circular e seis cômodos quadrados. O inferior esquerdo possui uma claraboia sobre os três patamares de escadas e algumas subdivisões nos andares, cada uma com sua respectiva janela. Por fim, o desenho possui uma escada posicionada na metade do cômodo inferior, que leva ao segundo andar, com um teto em vidro que possibilita a entrada de muita luminosidade nos espaços superiores, além de possibilitar que, através de uma abertura proposital no piso, a luz chegue ao andar térreo por outro espaço que não o da escada.
Croquis na vertical:
Croquis na vertical com calungas:
O primeiro desenho (seguindo a lógica utilizada para apresentar os croquis horizontais) possui cobertura em vidro nas laterais e na parte superior, propiciando luminosidade em todos os cômodos. Duas escadas ligam os três andares, que não possuem subdivisões. A representação número dois representa um ambiente com pé direito extremamente elevado e janelas monumentais. Uma escada com três aparadores liga um andar ao outro. O desenho seguinte mostra uma abertura transparente inserida entre os dois andares superiores, iluminando os mesmos e, também, o inferior. Duas escadas simples ligam os três andares. Por fim, quatro andares ligados por escadas, com janelas em cada um deles e ainda uma abertura superior sobre as escadas estão representadas.
domingo, 8 de abril de 2012
Exercício 3 - Espaço e Luz - Variação de Calungas
Resolvi retomar o terceiro exercício, dessa vez explorando melhor as possibilidades que uma cobertura com papel colorido poderia trazer, aliada à variação do tamanho dos calungas. O papel celofane vermelho trouxe cor ao ambiente, que anteriormente era todo branco. Utilizei uma parede curvada, de maneira que a luz incidiu criando desenhos diferenciados. Na primeira imagem, temos um corredor estreito com o pé direito baixo. Ele traz uma sensação de aprisionamento, principalmente quando comparado ao da segunda foto, onde há um ambiente aparentemente maior e melhor ventilado.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Exercício 2 - Lego - Passo a Passo
O objetivo deste exercício é explorar as noções de espaço e volume em um sólido feito de Lego com a superfície externa lisa e o interior composto por irregularidades que, ao final do exercício, propiciarão uma série de alterações. A subtração de peças em algumas laterais e o consequente reposicionamento das mesmas criará diversos vazios. O sólido inicial possui dimensões 7x9x4:
Sólido inicial, agora separado pela metade. Essa etapa é necessária para que a manipulação do sólido seja viável e os vazios e subtrações possam ser criados:
Retirada de uma peça 2x2 e de uma 2x4:
Recolocação da peça 1x2, retirada de uma peça 2x2 para criar um vazio na lateral e de uma 2x3, e reposicionamento na parte superior do sólido:
Retirada de uma peça 1x2 e recolocação de uma 2x3 e de uma 1x6:
Retirada de uma peça 1x2 da camada superior branca para criar um novo vazio:
Reposicionamento de uma peça 1x4 sobre o vazio que a peça 1x2 criou:
Retirada de uma peça 2x4 da base:
Junção das duas metades:
Recolocação de uma peça 2x2 preta:
Reposicionamento de uma peça 2x4 preta:
Colocação de uma peça 2x4 branca na parte superior:
Adição de uma peça 1x2 e de uma 2x2, brancas:
Uma peça 2x4 preta é adicionada sobre as peças colocadas anteriormente:
Colocação de uma peça 1x2 ao lado da preta 2x4 adicionada na etapa anterior:
É interessante observar que, no sólido final, a memória da figura inicial é mantida, apesar de, agora, possuir vazios e duas camadas a mais. Isso ocorreu devido ao reposicionamento das peças retiradas de suas laterais na parte superior do sólido. As dimensões permanecem as mesmas (7x9) e as extremidades foram conservadas para que o bloco que se encontra na primeira imagem ainda possa ser reconhecível apesar das modificações.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Exercício 1 - Folding - Variação de Calungas
No exercício de dobraduras realizado anteriormente, não explorei a variação do tamanho de calungas, que são representações da forma humana para que uma noção de escala seja dada. A ideia do exercício, porém, segue a mesma: criar uma composição com dobraduras feitas com papel sulfite; mas, agora, resolvi observar os efeitos que alterá-los pode provir. Na primeira imagem, um calunga com grandes dimensões dá a impressão de que a junção feita com duas dobraduras é um tipo de monumento:
Agora, através da redução das dimensões do calunga, obtemos a impressão de que as dobraduras são maiores, podendo ser um pequeno pavilhão ou quiosque.
Com um calunga ainda menor, as dobraduras assumem o papel de uma pequena casa.
O resultado obtido, agora, é de que o conjunto é um prédio baixo.
Por fim, um calunga em pequena escala estabelece a impressão de que as dobraduras, agora aparentemente maiores do que nunca, são um prédio com cerca de cinco andares.
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